Sejam todos bem-vindos a um novo ano letivo!
Novos alunos e leitores estarão conosco, neste espaço, compartilhando suas ideias e ideais... :)
Aproveitem para "explorar" o blog, lendo as postagens, acessando os links sugeridos, tornando-se membros/seguidores, curtindo nossa página no Facebook, enfim, familiarizando-se com este espaço que já é seu também!
A intenção é que vocês aprofundem os processos reflexivos iniciados durante as aulas de Português, sobre os temas Sustentabilidade, Arte e cultura, e produzam seus próprios textos para serem postados aqui.
Sugiro que leiam a primeira postagem (Sustentem essa iniciativa), publicada há 3 anos, na qual apresentamos os ideais deste NOSSO blog.
Seguiremos acreditando, atuando, produzindo e compartilhando conhecimento! Afinal, "você é o que você compartilha." (Gil Giardelli)
Espaço para compartilhar ideias e ideais dos alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Santa Cecília (Unisanta)
IMPORTANTE
Não serão publicados posts e/ou comentários que incitem formas de discriminação ou de violência. Além disso, os textos assinados são de exclusiva responsabilidade do seu autor, não refletindo, necessariamente, a opinião dos demais alunos e da professora. Por essa razão, nenhum texto poderá ser assinado por meio de pseudônimo.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Sustentabilidade: a palavra da moda!
E a aluna Jessica Heleno, da turma de ADM, inaugura as postagens em nosso blog neste segundo semestre! E ela o faz resgatando a temática primeira do nosso Ideias e e ideais: a sustentabilidade! Vale a pena ler seu texto e a criativa comparação que ela estabelece com a "moda". ;)
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Nos
dias atuais, quem nunca ouviu falar de sustentabilidade ou em ser sustentável?
Se ainda não ouviu, ouvirá e muito! Mas, talvez, o grande problema seja
justamente esse: ouvir.
A
palavra sustentabilidade é utilizada hoje de forma ‘banalizada’, sem que muitas
das pessoas que a pronunciam mal saibam o real significado, ou pior, não façam
o que pregam. É aquele famoso “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
Tanto as empresas como as pessoas fazem mau uso da palavra.
Mas
o que sustentabilidade realmente é? Digamos que ela pode ser resumida e
definida de forma simples e objetiva: é a capacidade de interagirmos com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das próximas gerações. Essa preservação do meio ambiente, porém, depara-se com outros setores: cultural, social e econômico. Criando um termo “Sustentabilidade Correta”, ela deve ser Ecologicamente Correta, Economicamente viável, Socialmente Justa e Culturalmente Diversa.
Assim, fazer com que tudo isso aconteça não é nada fácil, pois envolve muitos setores e comportamentos sociais e culturais, principalmente. Como convencer uma empresa que fatura milhões a parar de utilizar seu processo de fabricação com o qual obtém resultados lucrativos? Como convencer milhares de etnias, com suas crenças e costumes, a mudarem seus hábitos de consumo? Essas são algumas das muitas questões que envolvem essa palavrinha da moda.
O primeiro passo a ser dado é entender que esse é um processo a longo prazo, no qual os hábitos devem ser mudados de maneira acelerada e correta para que as próximas gerações cresçam com essa nova mentalidade e colham frutos desses novos costumes. Em resumo, a melhor maneira de tudo acontecer é bem simples: dar o exemplo! Essa, com certeza, é a forma mais eficiente de mudarmos nossos conceitos. Atitude!
O primeiro passo a ser dado é entender que esse é um processo a longo prazo, no qual os hábitos devem ser mudados de maneira acelerada e correta para que as próximas gerações cresçam com essa nova mentalidade e colham frutos desses novos costumes. Em resumo, a melhor maneira de tudo acontecer é bem simples: dar o exemplo! Essa, com certeza, é a forma mais eficiente de mudarmos nossos conceitos. Atitude!
Tomando
como exemplo, infelizmente, a falta de água em grande parte do estado de São
Paulo, podemos perceber o quão somos dependentes das riquezas naturais. Tivemos
que levar um “tapa com luva de pelica” da “mãe natureza” para aprendermos a
respeitá-la. Com
a falta de água e das chuvas, a população – obrigatoriamente – mudou seus
hábitos. O Governo (que não deixa de ser uma empresa, por meio da Sabesp)
incentivou essa mudança com descontos nas contas para aqueles que reduzissem o
consumo. O mesmo aplicou-se às empresas, que, por mais que vissem uma
oportunidade de reduzirem custos, ainda assim acabam colaborando com essa
redução por desenvolverem novas maneiras de (re)utilização da água. Ao mesmo
tempo, preservam o meio ambiente.
Guardada
a devida proporção, talvez a falta de água não tenha sido tão ruim assim, pois,
de uma só vez, foi possível colocar em prática a sustentabilidade ao pé da letra,
nas questões ecológicas, sociais, econômicas e culturais.
Portanto,
espero que tenhamos aprendido a lição e, com o perdão do trocadilho, que a
sustentabilidade não seja apenas aquela moda passageira, na qual só vestimos a
roupa do momento para refletir uma imagem cool.
Aquela que vem e vai, e que, quando vamos ver no álbum de fotos, dá até
vergonha de lembrar...
A
sustentabilidade tem que ser aquele “pretinho básico”, aquele que é o de
costume, que não tem erro. Aquele que, por mais que os anos e as gerações
passem, ele sempre vai continuar lá, na moda!
(Jessica
Heleno, ADM, noturno)
quinta-feira, 5 de junho de 2014
E esse é mais um capítulo da política do “Pão e do Circo”?
E não é que aluna
Paloma, da turma de ADM diurno, mais uma vez nos brinda com um texto muito bem
escrito em que expõe suas ideias sobre um tema bastante atual em nosso
país? Conheça suas ideias e comente-as.
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Brasil:
assistencialista?
Com
raízes históricas, o Brasil é marcadamente um país de desigualdades profundas,
em que se destaca a péssima distribuição de renda e a extrema precariedade das
classes menos favorecidas. E na tentativa – falha – de minimizar ou solucionar
este problema o governo tem promovido nas últimas décadas inúmeros programas
sociais de caráter assistencialista: Bolsa Família, Bolsa Estiagem, Fome Zero,
Brasil sem Miséria, e tantos outros. E são tão numerosos que nem todos são do
conhecimento da população. Por exemplo, você já ouviu falar no “Bolsa Crack”?
O
Cartão Recomeço, que ganhou popularmente o título de “bolsa crack”, é um
auxílio financeiro às famílias de dependentes químicos. Porém, esta proposta não
vai além de uma medida paliativa, numa tentativa de transferir para o Estado
serviços de iniciativa particular a fim de aparentemente soerguer a deficiente
infraestrutura social. Em nosso país a inexistência de investimentos sociais é
consequência única e exclusiva dos desvios de verbas e de corrupção, uma vez
que o Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisa Tributária (IBPT), é o
país que mais arrecada impostos e tem o pior retorno social.
O
“Cartão Recomeço”, constitui, portanto, mais uma das centenas de políticas
falhas, que apenas acentuará o paradoxo de nossa frágil arquitetura social:
somos os primeiro país no ranking de
adoção de medidas de caráter assistencialista e, no entanto, nossa população
carece de educação, segurança, acesso à saúde pública e tantos outros direitos
que deveriam ser assegurados pelo Estado. Isso sem mencionar o fato de que, em
se tratando do Brasil, será inevitável a futura constatação de desvio das
remessas financeiras que supostamente seriam destinadas às clínicas de
reabilitação, sendo, portanto, mais um programa social que serve a interesses
políticos.
A
elite política, com sua demagogia excessiva preocupa-se claramente apenas com a
questão de sobrevivência, como se promover somente a sobrevivência fosse o
único papel do Estado. O Governo acaba por se revestir de uma imagem falsamente
calcada na preocupação com a povo. Deveria preocupar-se em reestruturar a saúde
e a segurança pública, beneficiando efetivamente a população, dando-nos retorno
dos impostos exorbitantes que pagamos, e, sobretudo, investir na geração de
empregos e na educação de qualidade. Isto sim é capaz de atingir a raíz de
nossos problemas de maneira eficiente. Nosso país necessita reorganizar-se política,
jurídica e socialmente.
Desse
modo, a questão-chave não é o assistencialismo, mas a educação. Somente por
meio de um modelo de infraestrutura que enfatize a arquitetura social é que se
torna possível proporcionar embasamento educacional a todos, visto que é a
educação que capacita as pessoas para a construção de habilidades e
competências necessárias para empreender enormes mudanças, aplacando os tantos
problemas que assolam o país e que não podem ser reduzidos a simples medidas de
curto prazo que apenas mascaram a raíz do problema.
Afinal,
o que é mais viável: permanecer apenas assistencialista ou realmente atacar o
problema e melhorar em definitivo a qualidade de vida do povo brasileiro? “Eis
a questão”!
“Se
a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a
sociedade muda.” (Paulo
Freire)
(Paloma Cristina de Queiroz, ADM, diurno)
domingo, 1 de junho de 2014
Com o que realmente se preocupar em pleno século XXI ?!
Neste post, lançam-se reflexões muito apropriadas sobre a sustentabilidade. Conheça as ideias da Paloma, aluna da turma de ADM, diurno.
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Em época de Copa, no ápice do crescimento econômico
do qual o mundo tanto se orgulha, em pleno auge do avanço tecnológico... O que,
de fato, merece nossa atenção?
A
partir do século XIX, inicia-se o processo de desenvolvimento das organizações
empresariais. Estudos e teorias surgem com o anseio de elevar a produtividade.
Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, consegue estabelecer o “sistema de
produção em massa”. Como consequência, ocorre barateamento e o valor unitário é
reduzido, tornando-se acessível às classes populares, sedentas pelos mais
variados produtos que inundavam as prateleiras dos estabelecimentos comerciais.
A partir de então, o objetivo priorizado passou a ser o atendimento às
exigências dos consumidores, uma vez que o próprio sistema econômico – o
capitalismo – impõe essa corrida voraz em prol da obtenção de lucro.
No
mundo atual, o apelo midiático é imensurável. São os meios de comunicação, que
alcançam praticamente todas as classes, que nos impõem como parte integrante
dessa sociedade de consumo insaciável.
Nesse
contexto, a preocupação com o meio ambiente é historicamente colocada em
segundo plano: interesses de ordem econômica são sempre sobrepostos aos
interesses ambientais. E as revoluções industriais e o desenvolvimento acabaram
por romper o equilíbrio da natureza. Desertificação, risco à produção de
alimentos, poluição, assoreamento, proliferação de doenças e pragas,
intensificação do efeito estufa, aquecimento global, recorrência anormal de
furacões, tsunamis, enchentes, ilhas de calor e inversão térmica, destruição da
biodiversidade... e o que mais é preciso para que se perceba que
definitivamente o planeta já não é o mesmo?
Discussões
infindáveis são feitas a respeito da questão ambiental, mas poucos podem
realmente imaginar o grau de devastação que já vitimou o meio ambiente. E,
pensando nisso, líderes de alguns países e instituições realizam, desde o
século passado, projetos e conferências visando a salientar a importância em
minimizar os problemas ambientais, como o Protocolo de Kyoto, a Conferência Rio
+10 e a recente Rio + 20. Tais reuniões vêm apregoando que é possível, sim, realizar
uma aliança entre a enorme demanda de produção econômica e a preservação
ambiental.
Entretanto, infelizmente, a defesa da
biodiversidade esbarra no receio de retardar o desenvolvimento econômico e este
padrão de comportamento tende a persistir até que a humanidade desperte para o
fato de que conservar o ambiente é afastar a ameaça que compromete nossa
existência!
E
quando despertar? Quando tudo já estiver arruinado e nada mais restar? E,
afinal, pelo que esperam as gerações futuras? E quanta ironia reside no fato de
que somos, segundo a ciência, os únicos animais racionais, e, no entanto,
também somos os únicos a arriscar nossa própria existência ao destruir o meio
no qual vivemos e do qual dependemos inteiramente. Cabe aqui uma simples
reflexão: como você viveria sem água?!
“Somente
quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe e poluído o último
rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro.” (Autor desconhecido)
Vale a pena refletirmos sobre o conteúdo deste vídeo:
sexta-feira, 16 de maio de 2014
ImpunIdade
Neste post, um tema bastante atual e polêmico é abordado pela Juliane, aluna da turma matutina de ADM! Qual sua opinião sobre a relação entre maioridade penal e criminalidade?
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Diminuir
ou não a maioridade penal é uma discussão frequente, em que os argumentos
contra e a favor da diminuição, respectivamente, são que não há dados de que
essa ação reduziria a criminalidade juvenil e que, se um jovem a partir de 16
anos tem discernimento para votar, deve ter também idade suficiente para
responder diante da Justiça por seus crimes.
No
século passado, dizer que uma pessoa menor de 16 anos não sabia o que estava
fazendo ainda era aceitável, mas hoje essa frase soa absurda para o ouvido da
maioria da população.
Todos
os que têm mais de 16 anos hoje sabem que, com essa idade, um ser humano já
sabe o que faz. Falo sobre isso com propriedade, pois tenho 17 anos e não faz
muito tempo que passei pelos 14, 15 e 16 anos. Se meu aniversário de 18 anos
fosse amanhã e hoje eu resolvesse roubar, furtar, agredir e/ou matar, e a
polícia me prendesse somente no dia do meu aniversário ou nos dias seguintes,
seria julgada como uma menor. Minha ficha seria limpa, se me prendesse no mesmo
dia que cometi tais atos, meu rosto não seria mostrado pela mídia como uma
criminosa.
Atualmente
a mídia é um meio de informação disponível a todos e nos traz conhecimentos e
informações que, em séculos passados, levavam mais tempo para serem adquiridos.
Se ela mostra tantas coisas, deveria mostrar também, a serviço da população, o
rosto do menor infrator, pois quando um adolescente comete um delito, tem sua
imagem preservada. Um exemplo é a cena exibida no Jornal Nacional, da Rede
Globo de televisão, no dia 9 de abril de 2014, em que um adolescente tenta
roubar o colar de uma mulher que estava sendo entrevistada e seu rosto não é
mostrado.
Sendo
assim, é importante perceber que não é a idade que comete um crime, quem comete
tal ato é um ser humano e consciente de suas atitudes. É importante saber que
uma pessoa não cria consciência de uma hora para outra ou de um dia para o
outro como se fosse um passe de mágica. Ela – a consciência – pode depender do
tempo para ser adquirida, mas não como mostra a lei. Enfim, os crimes deveriam
ser julgados de acordo com a gravidade e não com a idade, porque, enquanto isso
acontecer, a sensação que teremos é que vivemos em um país de impunidade causada
pela idade.
sábado, 12 de abril de 2014
A culpa não é da Copa
Mais um ótimo e polêmico texto... Este é da Fernanda de Lima, aluna da turma matutina de ADM. E você, o que pensa sobre esse assunto? Leia o post e comente.
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Nesse ano de 2014, o Brasil terá grandes benefícios a partir da Copa do Mundo, como: mais turistas gerando lucro para empresas (principalmente de hotéis e turismo) e empregos para os brasileiros; melhorias na economia; ampliação de serviços; seu conhecimento por pessoas de vários locais do mundo, dessa forma, a cultura brasileira poderá ser divulgada amplamente; a reforma de aeroportos, melhorando as condições para os turistas e também para os brasileiros que utilizam o avião como meio de transporte e melhorias no sistema de telecomunicações, principalmente internet e celulares.
Porém, a Copa não trará só benefícios, mas também impactos negativos pelos quais o país não deveria passar. Basicamente, o alto gasto com a reforma de estádios, a construção e a infraestrutura já passou de bilhões. A copa pode trazer alguns impactos ambientais, sim, a princípio pode causar a destruição de áreas verdes, e a poluição, mas tudo isso pode servir para que as pessoas se tornem mais sustentáveis e percebam que a natureza é importante para nossa sobrevivência e também para o país progredir.
É de importância crucial que os brasileiros saibam de onde vem esse dinheiro, tanto quanto para onde ele vai, que, no caso desse ano, será utilizado na copa, e nos anos seguintes vai para o bolso dos políticos. Enfim, os altos valores de impostos deveriam ser revertidos de outras maneiras. Porém, nossos governantes não conseguem planejar melhor nosso sistema econômico, cultural e social para que tudo possa ser feito, como melhoria na educação, na saúde, no transporte público e também no entretenimento, com a melhoria e a construção de estádios de futebol.
O problema não está na Copa, e sim nos nossos governantes que não têm eficiência nenhuma, nem honestidade para saber administrar o dinheiro público, pois pessoas em hospitais já morriam antes da copa vir para o Brasil. Planejamento é o que falta para o país progredir. Hipocrisia é brasileiro falar que não gosta de futebol. Além disso, também precisamos de lugares para lazer.
A população não pode ficar de braços cruzados e deixar que o nosso dinheiro seja aplicado de forma errada e incapaz de fazer o país avançar tanto economicamente, quanto socialmente. A melhor forma de mostrar para nossos governantes que “estamos de olho” é fazer manifestações pacíficas e lutar pelos direitos do país.
E que sejamos campeões, pois já que estamos fazendo a Copa em nosso país, que tenhamos a oportunidade de mostrar o quanto somos hospitaleiros e mostrar a alegria e a felicidade do nosso povo.
( Fernanda de Lima, ADM, manhã )
É de importância crucial que os brasileiros saibam de onde vem esse dinheiro, tanto quanto para onde ele vai, que, no caso desse ano, será utilizado na copa, e nos anos seguintes vai para o bolso dos políticos. Enfim, os altos valores de impostos deveriam ser revertidos de outras maneiras. Porém, nossos governantes não conseguem planejar melhor nosso sistema econômico, cultural e social para que tudo possa ser feito, como melhoria na educação, na saúde, no transporte público e também no entretenimento, com a melhoria e a construção de estádios de futebol.
O problema não está na Copa, e sim nos nossos governantes que não têm eficiência nenhuma, nem honestidade para saber administrar o dinheiro público, pois pessoas em hospitais já morriam antes da copa vir para o Brasil. Planejamento é o que falta para o país progredir. Hipocrisia é brasileiro falar que não gosta de futebol. Além disso, também precisamos de lugares para lazer.
A população não pode ficar de braços cruzados e deixar que o nosso dinheiro seja aplicado de forma errada e incapaz de fazer o país avançar tanto economicamente, quanto socialmente. A melhor forma de mostrar para nossos governantes que “estamos de olho” é fazer manifestações pacíficas e lutar pelos direitos do país.
E que sejamos campeões, pois já que estamos fazendo a Copa em nosso país, que tenhamos a oportunidade de mostrar o quanto somos hospitaleiros e mostrar a alegria e a felicidade do nosso povo.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Leis desleais
Neste post, a aluna Graziela, da turma de ADM - noturno, traça importantes reflexões sobre o que é "de direito" e se é direito... Conheça suas ideias, lendo este texto.
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Eu não costumo dar minha opinião em assuntos
polêmicos e nem postar nada sobre isso em redes sociais, mas eu tomei ciência
de um fato que preciso compartilhar com vocês, porque tenho certeza de que
muita gente não sabe.
Nós, cidadãos, temos leis para garantir
nossos direitos e deveres. Logo, nos baseamos nas leis para viver em sociedade.
Mas como viver numa sociedade, onde as leis são mudadas a torto e a direito, e
o pior, sem motivo forte o bastante para isso?!
Eu não sou contra a mudança, pelo contrário,
nossa constituição é bem retrógrada e há coisas que precisam de revisão há
décadas. Mas existem coisas que não há por que mudar. E se os nossos
governantes, apesar disso, acreditarem que precisam ser mudadas, poderiam, pelo
menos, estruturá-las de forma mais adequada.
Como é agora o caso do novo modelo de
carteira de estudante, a qual, por meio de lei, garante-nos, estudantes, meia
entrada em diversos eventos. Ela foi criada para que não haja mais fraudes.
Ideia bacana e válida. Porém, essa carteira é cobrada e terá que ser renovada a
cada ano. ABSURDO!
Ela custa R$ 20,00 e temos que pagar o frete
também, no valor de R$ 6,50. Não é justo, nós, estudantes, termos que pagar por
um direito nosso. Não é um favor que o governo nos faz. Se, apesar de tudo,
ainda tivermos que pagar, por que eles não fazem como no caso da Carteira de
Identidade, em que a primeira via é gratuita? Se o estudante a perder, aí, sim,
pagaria uma taxa. Salvo no caso de roubo.
Eu estou indignada! Não só como estudante,
mas como cidadã. Sabe, que país é esse onde as leis criminais são brandas, não
são revistas, e uma simples lei para estudante é revista com prioridade? Que
país é esse onde há mais dinheiro sendo investido e gasto em estádios aos quais
nem todos os brasileiros têm acesso, ao invés de ser gasto com melhorias em
saúde, educação? Que país é esse onde uma pessoa é eleita e, ao invés de
governar para o povo, governa segundo seus mandos e desmandos e de seus
"conselheiros" ministros? Eu não quero um país assim para os meus
filhos. E tenho certeza de que não foi esse o país que meus pais sonharam para
mim.
O voto é a nossa única arma. E este ano é
eleitoral, então, eu lhes peço para que pensem, revejam, pesquisem antes de
usar essa arma poderosa, porque o tiro é único e pode nos salvar ou nos fazer
sofrer por mais 4 anos...
E, para quem quiser saber mais do que eu
estou falando, segue um link:
( Graziela Fortunata, ADM, noturno )
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