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quarta-feira, 14 de março de 2012

Já parou pra pensar?

O processo reflexivo é um caminho sem volta... ainda bem! Por isso, fico muito feliz em postar mais este texto, da aluna Ludmilla... É a voz e a vez de vocês ! ; ) 
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          Afinal, o que é ser sustentável? Se formos pensar bem, seria qualquer ato humano que sustentasse uma ideia, um projeto... Mas sustentasse como? Todos os dias, nós vemos e ouvimos mais e mais nas televisões, revistas e jornais que o fim do mundo talvez esteja próximo, que estamos com escassez de recursos naturais (que, por sinal, é a base do nosso planeta, o que “sustenta” todos nós vivos). No que poderíamos mudar, em pequenos gestos e ações, esse futuro que se aproxima? Já paramos pra pensar que as próximas gerações talvez não tenham todos os recursos que temos hoje? E é por causa dessa ideia egoísta de muito de nós de que “Ah! O importante é viver o hoje” que nos deparamos agora com essa necessidade de mudar, e essa mudança pede certa urgência.
         O que eu poderia mudar em mim, nos meus hábitos que ajudasse a “slow down” todo esse problema?
            Parei pra pensar nisso depois de algumas aulas abordando esse assunto até então “chato”, por ser tão repetitivo na faculdade. Mas por que será repetitivo?
          Descobri que, em pequenos atos, todos podemos ajudar. Eu, por exemplo, amo artes, adoro trabalho manual, adoro criar coisas diferentes. Ao invés de comprar, posso começar a fazer e a utilizar recursos reciclados, e eles são muitos, como retalho, plástico, metal... Posso criar o diferente, renovar. Além disso, posso ajudar no trabalho, utilizando as escadas, acendendo somente as luzes necessárias, usando bloco de rascunho para anotações. Em casa posso começar a reaproveitar água da chuva para lavagem de um quintal talvez, tomar um banho mais curto, desligar o computador quando não em uso. Nas ruas, posso não jogar lixo no chão, utilizar bicicleta quando não for tão longe, ou transporte público... posso comprar um lanche e não achar necessário embrulhar com todos aqueles papéis do tipo que já conhecemos...
             Enfim, há mil maneiras de ter atitudes sustentáveis, e o que não falta são meios de comunicação para nos informar isso. Tem gente que pensa “mas essas coisinhas não ajudam em nada...”, mas será que se todos fizessem essas “coisinhas”, não ajudaria em nada? Se pensarmos que, de pouco em pouco, somos hoje em 6,9 bilhões de habitantes no globo terrestre. E aí? Seria quantas vezes menor a quantidade de lixo? Quantas vezes menor a emissão de gases poluentes na atmosfera? Quantas vezes menor o consumo de água? Quantas vezes mais qualidade de vida? Quantas vezes mais arte? E quantas vezes mais uma lista imensa de coisas boas, que dependem apenas dos nossos atos, da nossa criatividade. Já parou pra pensar?
             “Ninguém é melhor do que todos nós juntos”
                                                      ( Ludmilla Monteiro, ADM, Diurno )



sábado, 10 de março de 2012

Sustentabilidade, cultura e arte – III


      E, por fim, vejam que diferentes estas criações... Alguns a chamam de “ecojoias“. Enaltecem qualquer pretinho básico, não é, meninas ?  ; )


Bolsa em fibra de bananeira



         Vocês viram que boas ideias não faltam... É uma questão de afinar seu olhar e mudar suas atitudes. Até porque ser sustentável é ser belo, chique, elegante e criativo!

Sustentabilidade, cultura e arte – II


          Vejam agora estes objetos de decoração e outras utilidades. Para quem tem espírito empreendedor e um pouquinho de boa vontade, dá até para obter uma renda extra, confeccionando-os e vendendo!




          Confira outros desses enfeites em http://www.copyepaste.com/2011/11/enfeites-natalinos-usando-rolhas.html




           Um artista de Recife, J.Edson Azevedo, teve uma ideia bem ecológica em vários sentidos... Fez uma lixeira de e-lixo !

Sustentabilidade, cultura e arte - I


        Na nossa última aula, conhecemos algumas iniciativas criativas de reaproveitamento de “lixo”. Mais do que uma ideia de reciclagem, vimos o lixo se transformando em arte, em luxo, em beleza... e até, por que não, em uma criativa fonte de renda! Vamos retomar algumas dessas propostas ? Como há bastantes figuras, vou dividir o post em 3 partes.
         Para começar, vamos apreciar 2 obras do renomado artista plástico brasileiro Vik Muniz:

Narciso (Vik Muniz)

Atlas ( Vik Muniz)

          Para conhecer outras obras desse grande artista, visite o site oficial - http://www.vikmuniz.net/. Recomendo também que assistam ao documentário indicado ao Oscar 2011, Lixo extraordinário.
           Reparem nesta outra obra. Ela utiliza sucata eletrônica... Conseguem perceber do que ela é feita ?

Space Shuttle ( Doug Powell )

           E esta campanha publicitária para divulgar uma ONG nas calçadas de São Paulo ? É uma proposta bastante reflexiva de intervenção urbana...


            Vale reler ainda o post Cultura sustentável, do aluno Artur Meireles, que comentou 2 iniciativas interessantes de reaproveitamento de material para confecção de instrumentos musicais.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Iniciativas positivas

Oba ! Mais um texto escrito por vocês... Este post da aluna Ingrid nos leva a pensar, mais uma vez, que, por intermédio de pequenas atitudes, podemos provocar consideráveis mudanças. Aproveitem mais esta boa leitura! ;  )
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            Retomando a reflexão de Edmund Burke de que “ninguém comete um erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”, não fazer nada para contribuir com a preservação do planeta é algo que deveria estar fora de cogitação nos dias de hoje.
            Algumas pessoas acham que a natureza é dependente da vida humana, mas será que antes do homem habitar a terra, a natureza já não vinha se desenvolvendo e se conservando por si só?
            Antes mesmo de o homem pensar em existir, a natureza já ocupava a terra. Durante toda a nossa existência, necessitamos 100% da natureza; nossas roupas, nosso alimento, nossa moradia, toda nossa matéria-prima provinha e provém de fontes naturais.
            A natureza é dividida em partes e cada uma delas está ligada ao bom andamento de todos os processos que a mantém. Constituímos uma dessas partes, então, se uma das partes não está bem, todos sofreremos as consequências.
            Nos dias de hoje, com a globalização, podemos perceber que, nos próximos anos, o mundo passará por grandes transformações. A economia crescerá ainda mais rapidamente. Países emergentes crescerão e irão se destacar em todos os aspectos. O crescimento atrai riqueza e o dinheiro atrai mais pessoas. Como conciliar o crescimento da população com o meio ambiente? O jeito, então, é começar desde já! Destruir o planeta não é a forma mais inteligente de garantir nosso sustento no futuro.
            Devemos fazer pelo planeta tudo quanto retiramos dele, mas para isso não precisamos ter ideias mirabolantes, como tentar, sozinho, retirar do mar uma grande mancha de óleo, não precisamos virar revolucionários, nem muito menos fazer parte de uma ONG famosa. Atitudes como reaproveitar a água, economizar energia, separar o lixo eletrônico já fariam uma grande diferença no rumo do planeta. O mundo pede socorro, e a ajuda está dentro de cada um de nós!


                                                          ( Ingrid Serschon, ADM, noturno )

segunda-feira, 5 de março de 2012

Lixo eletrônico: uma questão de conscientização


O problema do lixo eletrônico tem rendido muita reflexão, hem? Agora, é a aluna Kacia Bianco, inaugurando a participação dos alunos do período noturno, que compartilha conosco suas impressões sobre esse tema tão atual. ; )
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            Ser “sustentável” é ser capaz de participar do meio em que vivemos e usufruir dos benefícios do meio ambiente sem degradar ou provocar danos. Ou seja, ao passo em que os recursos naturais são usados pelo homem, ele, de alguma forma, os devolve ao planeta por meio de práticas ou técnicas desenvolvidas para este fim.
            No século XXI, estamos vivendo uma grande ameaça, chamada de lixo eletrônico. Vivemos em uma época em que o desenvolvimento tecnológico está avançando cada vez mais e em alta velocidade, levando ao consumismo, fazendo com que esses equipamentos eletrônicos sejam trocados com muita facilidade e num tempo cada vez mais curto. Isso ocorre porque nós, consumidores, damos preferência a um aparelho de última geração, como computadores, televisão, celulares e outros equipamentos eletrônicos à possibilidade de reformar ou equipar o antigo. Geralmente quando não os queremos mais, jogamos em lixos, causando um grande impacto ambiental, porque esses equipamentos eletrônicos contêm cádmio, chumbo, mercúrio e berílio e, em contato com o solo, contaminam o lençol freático. Além disso, quando esses equipamentos são queimados, poluem o ar, causando sérios danos ao meio ambiente.
            Temos que descartá-los de maneira correta, por exemplo, fazendo doações a quem precisa ou a organizações que aceitam doações de equipamentos eletrônicos para reutilizá-los, e também podendo ser revendidos para empresas de reciclagem. Muitas vezes, o lixo eletrônico não é lixo, e muitas pessoas não sabem o que fazer com ele, por isso, cresce cada vez mais.
            Um exemplo bem comum que eu observo é em relação aos celulares.  Com o avanço da tecnologia desses aparelhos, cada vez mais as pessoas desejam um novo lançamento, deixando de lado seu atual modelo, que está em perfeitas condições e muitas vezes com pouco tempo de uso, para adquirir novas tecnologias apresentadas em novos aparelhos.
            Por isso, sabendo direcioná-lo para quem precisa, isso ajuda a estender sua vida útil. Sendo assim, para que o meio ambiente e a saúde humana estejam livres dessa grande ameaça, é necessário despertar a consciência das pessoas, que devem promover campanhas a favor de um novo estilo de vida, ter um consumo consciente, por exemplo, ao fazer reciclagem, reutilizar os aparelhos eletrônicos, etc.
                                                                 (Kacia Bianco, ADM, noturno)


quinta-feira, 1 de março de 2012

Procurando alternativas

Estou gostando de ver, hem? As reflexões estão ótimas! Neste texto, a aluna Giselli pondera sobre o que discutimos em classe e abordamos no último post: o quanto pequenas atitudes são indispensáveis na busca pela sustentabilidade. 
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            Cada vez mais recebemos informações sobre a sustentabilidade por meio da televisão, rádio ou revistas. Todos eles têm o mesmo objetivo, passar a informação de que, se não tomarmos atitudes sustentáveis o mais rápido possível, o mundo poderá sofrer mudanças drásticas atingindo a todos os seres vivos.
        Mas, afinal, o que seria sustentabilidade? Segundo o dicionário Priberam, sustentabilidade é “qualidade ou condição do que é sustentável”, logo, sustentável é “que tem condições para se manter ou conservar”. Ou seja, tomar atitudes sustentáveis seria agir de modo que se mantenha e conserve tudo que utilizamos durante o dia a dia.
            A grande questão que muitas pessoas enfrentam é como começar, para isso é necessário observar detalhadamente cada atitude que você tem ao dia, dessa forma poderá descobrir onde e quando tomar atitudes diferentes que deem resultados iguais ou melhores, mas com a diferença de estar melhorando o futuro do planeta.
          Como exemplo de nosso dia a dia, podemos tomar atitudes como quando necessitamos imprimir apostilas, ao invés de utilizar quarenta folhas de sulfite para imprimir as quarenta páginas, podemos utilizar apenas vinte se imprimirmos frente e verso. Além de economizarmos dinheiro, o peso do material vai diminuir, melhorando até o nosso bem-estar. Uma alternativa pela qual várias pessoas optam é utilizar o notebook na aula, assim não é necessário imprimir.
        Depois que começamos a ter atitudes como essas, a sustentabilidade acaba tornando-se algo natural no nosso cotidiano. Se continuarmos agindo da mesma maneira que estamos há diversos anos, a tendência é sempre piorar. Por isso, a melhor opção é sempre que descobrir uma alternativa melhor, compartilhá-la com seus amigos.
          A dificuldade em mudar nossas atitudes visando à sustentabilidade não existe, basta tentar e observar tudo ao nosso redor. Muitas pessoas não conseguem acreditar no mal que fazem jogando um simples papel de bala na rua, mas o problema não está em um, está nos sete bilhões de papéis se cada um resolver fazer o mesmo.
             Isso nos leva a concluir que aprendemos o que é sustentabilidade desde crianças. Mal sabem as mães que, quando nos dizem para cuidar melhor dos nossos brinquedos, pois o próximo presente será só no Natal, estão ensinando sustentabilidade, já que sustentabilidade é aprender a manter e conservar para não deixar acabar... 
                                                              ( Giselli Simões, ADM, Diurno )
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As ideias da Giselli nos levam a refletir sobre a mudança do nosso olhar sobre o mundo. Temos que passar a vê-lo com os "óculos da sustentabilidade", como esse interessante vídeo nos conta: