É inegável o poder emancipatório da educação... e quando isso é propagado por alguém tão jovem quanto o aluno Rodolfo, isso nos inspira e nos anima!
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No atual momento que passamos, com o avanço de discursos reacionários e a ascensão da extrema direita aos postos de comando nos governos, as minorias representativas da nossa sociedade podem ver na educação uma ferramenta forte contra esse retrocesso civil.
Educação é um direito fundamental importantíssimo para o desenvolvimento social, todavia não quero abordar neste texto qualquer importância, mas sim a importância para a resistência de grupos socias pouco representados nos espaços de poder. Quando pensamos em educação, pensamos em seres humanos mais cultos, mais libertos e mais conscientes de sua responsabilidade como cidadão. Para as minorias, no entanto, isso vai além! Tornam-se mais visíveis, pois podem argumentar melhor quando estão em seu lugar de fala, somam mais forças aos movimentos de rua, conseguem disseminar melhor sua cultura, conseguem unificar-se promovendo o empoderamento, seja o negro, LGBTQ+, o feminino. Uma pessoa com mais conhecimento acadêmico consegue se impor melhor no dia a dia frente a situações truculentas.
É necessário que a sociedade se aglutine em defesa da educação, principalmente aqueles que mais precisam, e enxerguem como uma saída contra o atraso civilizatório marcado pelo aumento do discurso de ódio, da repressão aos movimentos sociais, do flerte com a ditadura, que põem em risco, principalmente, a integridade das minorias.
(Rodolfo Soares, ADM, noturno)
Espaço para compartilhar ideias e ideais dos alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Santa Cecília (Unisanta)
IMPORTANTE
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019
sábado, 14 de setembro de 2019
Consciência verde
O aluno Raul, da turma de ADM, convida-nos a uma reflexão sempre atual e ainda muito necessária: o despertar de uma consciência "verde"!
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Na
contemporaneidade, com tanta informação e meios de comunicação, não é difícil
perceber que o nosso planeta está, cada vez mais, tornando-se uma bomba relógio,
a qual - talvez - não nos afete muito hoje, mas, a cada dia, com o aquecimento
global, a poluição e outros fatores, aparenta estar cada vez mais perto de
explodir.
Para evitarmos que isso aconteça, é imprescindível que medidas sejam tomadas, como, por exemplo, a ação do Governo de São Paulo de sancionar o projeto de proibição de fornecimento de canudos plásticos. Porém, somente proibir o uso não fará as pessoas refletirem que suas ações estão destruindo os poucos recursos naturais que ainda nos sobram deste planeta. Desde a Revolução Industrial, o ser humano vem utilizando os recursos naturais, despejando demasiadamente gases poluentes na atmosfera, poluindo os oceanos e causando um desequilíbrio no Planeta Terra, que são irreparáveis. Se essas questões continuarem a ser tratadas da mesma forma, podemos estar caminhando para a própria extinção da Espécie Humana.
Para evitarmos que isso aconteça, é imprescindível que medidas sejam tomadas, como, por exemplo, a ação do Governo de São Paulo de sancionar o projeto de proibição de fornecimento de canudos plásticos. Porém, somente proibir o uso não fará as pessoas refletirem que suas ações estão destruindo os poucos recursos naturais que ainda nos sobram deste planeta. Desde a Revolução Industrial, o ser humano vem utilizando os recursos naturais, despejando demasiadamente gases poluentes na atmosfera, poluindo os oceanos e causando um desequilíbrio no Planeta Terra, que são irreparáveis. Se essas questões continuarem a ser tratadas da mesma forma, podemos estar caminhando para a própria extinção da Espécie Humana.
Outro
estorvo, quando tentamos ter uma consciência verde, é aplicar algo que seja
ecologicamente correto e economicamente possível, pois grandes fábricas ou empresas
precisam conciliar a parte econômica e a ambiental, de uma forma que consigam
estabelecer uma competição justa com seus concorrentes e que isso, ao mesmo
tempo, seja sustentável. Caso uma empresa decida usar matéria-prima reciclada,
terá mais uma etapa no seu processo de produção, o que, consequentemente,
poderá gerar mais custo. Mas precisamos criar meios de conscientizar grandes
empresas a investirem nessa consciência, pois cuidar do nosso planeta é mais do que
necessário para a nossa existência.
Grandes
mudanças como as citadas acima são muito importantes para a sustentabilidade… Mas
não podemos esquecer que devemos começar de uma forma pequena e tomar a atitude
de agir de modo sustentável dentro de
nossas casas, na nossa rotina: reciclando lixo, reaproveitando água, utilizando
luz natural e várias outras formas, fazendo, assim, a diferença
individualmente.
(Raul
Gustavo Ribeiro Hypollito, aluno de ADM, noturno)
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Você já VIVEU a arte?
E temos a nossa postagem de estreia deste segundo semestre... e é uma linda reflexão da aluna Rayanne! Vale a pena ler!
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Eu
nunca vivi da arte, mas eu vivi a arte, e ela estava ali nos momentos mais
diversos da minha vida. Eu já dancei com lágrima no rosto, sejam elas de dor,
tristeza ou alegria. Mas o mais engraçado é que eu nunca dancei para esquecer
da vida, sempre foi para lembrar dela, para me reconectar. Nesse caminho, muita
gente passou pela minha vida, e eu sempre os vi pensando no dinheiro que ia
entrar no futuro, na fama, só que eu nunca pensei assim. Eu nunca tirei um real
sequer da dança, muito pelo contrário, eu dei muitos reais para ela sem esperar
nada em troca e nunca me arrependi disso. A dança me proporcionou uma coisa
muito maior do que o dinheiro, ela me proporcionou a expressão.
Quando
a arte se fixou em mim, foi nítida a mudança no meu comportamento. As emoções
eram expressas pelo meu corpo, no meu andar, no jeito de falar e até de olhar...
a arte virou minha segunda língua, quem sabe, talvez, até a primeira. Eu, então,
comecei a me comunicar por meio do meu corpo. Chegou o momento em que a fala
não era mais necessária, a expressão corporal dizia tudo por si só. Foi só aí
que eu descobri que eu não nasci para viver da arte; eu não achava certo tirar
dinheiro de uma coisa tão pura quanto a arte era para mim. É, posso dizer que não
trabalhar na arte foi a melhor coisa que nunca me aconteceu.
Outro
dia, eu ouvi uma crônica da Martha Medeiros sobre um fato que não
aconteceu com ela e foi a melhor coisa que lhe aconteceu. Viver da arte foi a
melhor coisa que não me aconteceu, pois me fez ver o mundo fora dos palcos, me
fez ver coisas que eu perdi, tentando me achar, e que eu só achei quando eu me
desprendi da ideia de viver da arte. Eu ainda vivo a arte! Eu a vivo em todos
os meus movimentos, mas eu não posso viver da arte. E, quando eu notei isso,
quando eu percebi que a dança era a minha vida, eu passei a viver a arte da
maneira mais crua que ela pode existir, nos momentos mais simples da vida, sem
nenhum esforço, contudo, com a maior recompensa.
sábado, 25 de maio de 2019
Reflexões...
Esta charge, do aluno Kauê Bastos, faz una reflexão crítica sobre o momento político que vivemos...
(Kauê Bastos)
sábado, 13 de abril de 2019
O planeta Terra pede ajuda
Nesta postagem, o aluno Homero relembra a importância de cuidarmos do nosso planeta.
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O filme “Wall-E”, da Disney Pixar, retrata o planeta Terra destruído e cheio de lixo, impossibilitado de possuir vida. Tal fato ocorre pela destruição do meio ambiente pelos seres humanos, que logo após o abandonam. Apesar de ser um desenho, essa animação serve de alerta para que a sociedade se conscientize, tendo em vista formas sustentáveis de produção, a fim de manter harmonia entre homem e natureza.
Estima-se que a população global chegou a 7,6 bilhões no ano de 2017, segundo as Nações Unidas. É um número grande não apenas de pessoas, mas também de consumidores e produtores ferozes por novos produtos e lucros, tendo como matéria-prima dessas mercadorias a natureza, a qual, em sua maioria é danificada e quase nunca reposta. Enquanto os humanos não perderem a mentalidade de consumo exacerbado, criada na Revolução Industrial inglesa do século XVIII, a cada ano que passa e a todo aumento populacional, o planeta azul irá perdendo um pouco de sua vida.
Em segundo plano, é importante salientar o descarte excessivo como prejudicial ao equilíbrio do meio ambiente e a relevância de métodos mais sustentáveis para amenizar este fato. De acordo com a ONG “Ocean Conservancy”, todo ano, pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico são lançadas nos oceanos, material que provém de matéria-prima não renovável e que vem matando diversos animais marinhos.
Entende-se, diante do exposto, a importância de um novo pensamento em relação à utilização e aos cuidados com o nosso planeta, por meio da restrição imposta pelo governo às indústrias, para que possam poluir menos e desenvolver produtos reutilizáveis, e do emprego de métodos mais ecológicos, como a diminuição do uso do plástico e a reciclagem de outros materiais, hábitos que devem ser transmitidos para a sociedade no dia a dia das escolas e das mídias sociais. Dessa forma, a animação “Wall-E” não se transformará em realidade e a sustentabilidade fará parte do nosso cotidiano.
(Homero Rodrigues, ADM, noite)
terça-feira, 9 de abril de 2019
Modernidades?
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
Quanto vale seu sonho?
O post que abre nosso blog aborda assuntos dolorosos, mas sobre os quais precisamos falar.
Obrigada, Albérico, por se indignar com o que é inaceitável!
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Quanto vale um sonho?
(Albérico Santos da Silva, Ciências Contábeis)
Obrigada, Albérico, por se indignar com o que é inaceitável!
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Quanto vale um sonho?
O da molecada não existe mais.
Pode até ser coisa do destino
Que mal fizeram na terra?
Eram apenas meninos!
Queriam ser jogadores
Sofreram apenas horrores
De uma forma muito trágica
Como mercadoria contrabandeada
queimaram dentro de lata
A vida seguirá seu curso normal
Outros jovens serão alojados
Como animais num curral
Uma tragédia apaga a outra
Este mundo não me engana
A tragédia de Brumadinho
Apagou a de Mariana
O dinheiro compra o silêncio
Seja qual for a situação
Logo assinarão os cheques
que pagarão pela vida dos moleques
Pois é... seus sonhos foram em vão?
(Albérico Santos da Silva, Ciências Contábeis)
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