IMPORTANTE

Não serão publicados posts e/ou comentários que incitem formas de discriminação ou de violência. Além disso, os textos assinados são de exclusiva responsabilidade do seu autor, não refletindo, necessariamente, a opinião dos demais alunos e da professora. Por essa razão, nenhum texto poderá ser assinado por meio de pseudônimo.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

E novas ideias chegam em 2014...

Sejam todos bem-vindos a este novo ano letivo! 

Novos alunos e leitores estarão conosco, neste espaço, compartilhando suas ideias e ideais...
Aproveitem para "explorar" o blog, lendo as postagens, acessando os links sugeridos, tornando-se membros/seguidores, curtindo nossa página no Facebook, enfim, familiarizando-se com este espaço que já é seu também!
A intenção é que vocês aprofundem os processos reflexivos iniciados durante as aulas de Português, sobre os temas Sustentabilidade, Arte e cultura, e produzam seus textos para serem postados aqui.
Sugiro que leiam a primeira postagem (Sustentem essa iniciativa), publicada há 2 anos, na qual apresentamos os ideais deste NOSSO blog.

E seguiremos acreditando, atuando, produzindo e compartilhando conhecimento! Afinal...

"A História está repleta de pessoas que, como resultado do medo, ou por ignorância, ou por cobiça de poder, destruíram conhecimentos de imensurável valor que, em verdade, pertenciam a todos nós.
Nós não devemos deixar isso acontecer de novo."
(Carl Sagan)

E para aquecer nossas reflexões:


Abraços "sustentáveis",
Profa. Cristina.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Uma escolha incerta que atualmente vem virando uma paixão

Leiam este interessante post com reflexões sobre a escolha de uma graduação, em especial a de Administração.
-------------------------------------------------------------------------
Muitas pessoas, nos dia de hoje, sonham em ter um bom emprego e consequentemente um bom salário e, para isso, o primeiro e grande passo é um curso superior (independentemente da área), pois nele são adquiridos conhecimentos e experiências necessárias para que surja um profissional capaz de executar suas tarefas obtendo o seu melhor resultado.
Entretanto, quando se é jovem, é uma incógnita saber qual carreira seguir, pois este período da vida é marcado por várias transformações, dúvidas e principalmente preocupações e responsabilidades, em que passar no vestibular e escolher a profissão da vida é primordial. Talvez seja por esse motivo que o curso de administração é marcado pela seguinte frase: “Vou fazer administração porque ainda não sei o que quero fazer”.
Apesar da frase, quando você começa o curso, começa também uma vida nova (talvez, não só nesse em específico, nos outros também), mas este, em especial, lhe mostra uma série de opções, no mínimo, interessantes e completamente diferentes, pois com o curso são nítidas as diferentes áreas que se abrangem, cada qual com suas particularidades, fazendo com que a pessoa que entrou porque não sabia o que fazer facilmente descubra o que gosta, devido à gama de opções existentes, e se apaixone pela administração.
A partir disso, é bom lembrar que uma escolha para aparentemente passar o tempo ou para ter tempo de encontrar a carreira a seguir, tenha valido muito mais do que simplesmente optar por não fazer nada, pois não fazendo nada, talvez nunca achasse a profissão escolhida e, fazendo administração, o leque de opções foi mostrado, cabendo à pessoa decidir qual é a sua área.
No decorrer do curso, é mostrado que nem tudo é tão bom e fácil como parece, e a palavra administração começa a fazer muito mais sentido do que fazia antes... Você é obrigado a se organizar, começando com os papéis, depois com os horários, depois com o que fazer na semana, como estudar para cada matéria etc. Com isso, é perceptivo que o curso honra o seu nome, pois surge a necessidade dos alunos administrarem a si próprios para assim prosseguir na administração.
Em suma, é fácil notar que sempre haverá barreiras e dúvidas na vida de todos e que cabe a cada um saber lidar com elas, seja tomando a frente de algo que não conhece, ou não tendo atitude alguma, mas é bom ressaltar que aquilo que é desconhecido pode ser aquilo que você amará e terá orgulho em fazer e, por consequência, fará bem feito. Vale lembrar também que não há satisfação por completo sem riscos, pois quanto maiores forem os riscos, melhor será o resultado, seja ele positivo ou negativo. Afinal, se for negativo, a experiência desenvolvida fará com que o mesmo erro não seja mais cometido.
(Mayara Placida, ADM, noturno)

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Vazios

Um bonito poema para refletirmos sobre o modo como estamos vivendo a nossa vida... Mais uma importante reflexão da turma de Contábeis, da aluna Julianny.
---------------------------------------------------------------------------------
É assim que vivemos, mas não é assim que ele vive,
eu não vivo como você, nem ele como eu.
O que ele tem eu não tenho e o que eu tenho o outro não tem.
Que sociedade é essa? 
Que mundo é esse?
O que importa?
Eu? Você? Ele?
Nós! 
Individualidade predominando,
capitalismo contaminando
e o mundo continua se acabando. 
É assim que seguimos a vida, 
nada fazendo por ninguém.
Vida singular,
vida vazia,
vida sem amor,
vida capitalista!

( Julianny Batista Santos, Ciências Contábeis )

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Renúncia

Eis um belo texto, de tom mais intimista, o qual, todavia, nos faz refletir a respeito de questões importantes sobre nossas ideias e ideais... 
-------------------------------------------------------------------------------------
Hoje renuncio a tudo. Renuncio aos amores não vividos, às brigas em família mal resolvidas, às contas não pagas, às palavras não ditas.
Renuncio à vida que gostaria de ter e, por percalços da vida, não aconteceu. Renuncio a quem eu gostaria de ser, mas por ter pensado de menos e me “desresponsabilizado” demais, não sou.
Renuncio aos meus projetos, renuncio às frustrações. Decidi me reinventar, decidi amar quem e o que me tornei com o passar dos anos. Percebi que, até hoje, fui o que esperavam que eu fosse, aliás pensei que fosse, pois, no final, percebi que mesmo querendo o contrário, decepcionei muitos, e o pior, decepcionei a mim mesma.
Fui amiga de ir até as últimas consequências, acreditando que, assim, teria alguém ao meu lado quando precisasse, mas nem sempre tive. Fui filha, irmã, mãe, esposa, amante. E não tenho certeza de ter desempenhado bem nenhum desses papéis. Me preocupei demais com tudo e acabei esquecendo que a vida segue seu caminho, e não depende de mim para que as coisas aconteçam. Me cansei quando tinha que continuar, gritei quando o melhor a fazer era calar, desisti quando precisava de somente mais um passo.
Assisti a filmes e tentei transportá-los para a minha vida, achando que teria algo de mágico para acontecer assim como nos filmes... E, na verdade, a mágica se faz nas coisas mais simples e, por falta de sensibilidade, não vi a mágica acontecer, não dei a devida importância.
Sinto saudades do que não vivi, sinto falta de pessoas que não conheci e, diante de todas essas conclusões, a única coisa que posso fazer é renunciar a mim e me reinventar.

                                                 ( Marcela Morais, Ciências Contábeis )

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Verde, a moda que deu certo

O título deste post, do aluno Kauê, já nos diz tudo...
--------------------------------------------------------------------------------------------       
        Atualmente o que mais observamos são empresas que adotam a sustentabilidade como forma de conscientizar seus colaboradores para que, além dos hábitos e atitudes conscientes internos da empresa, sejam atingidos também no seu dia a dia.
         Promovendo ações para estimular a consciência e reduzir o impacto de suas produções no meio ambiente, as grandes empresas do país já entenderam que adotar soluções sustentáveis e ecologicamente responsáveis é essencial não apenas para melhorar sua imagem, como também para aumentar a competitividade e a rentabilidade dos negócios. O investimento para financiar essas atitudes foi alto, porém recompensador. 
         Com isso, vemos construções ou reformas de grandes e pequenas empresas pensando em economizar água e energia, como janelas e telhados feitos estrategicamente para dispensar ou diminuir o uso de luzes acesas durante o dia, placas solares que convertem energia solar diretamente em eletricidade, e o reaproveitamento de água. 
          Também são exemplos programas de incentivo aos seus colaboradores, como sugerir o uso de carros que poluem menos, como os flex e com etanol, já interligando com a carona consciente, na qual, em cada semana, um colaborador usa seu carro para ir e voltar levando um grupo de colegas da empresa, revezando entre si. Outra sugestão é evitar o uso de embalagens e de produtos descartáveis, e reciclarem o lixo, não jogando resíduos perigosos em qualquer lugar, mas sim em locais apropriados e autorizados.
            Com esse comportamento, houve queda de custos com energia elétrica e água. Quer dizer que, além de ter uma atitude correta, como consequência tiveram colaboradores mais responsáveis com o meio ambiente e diminuíram seus custos. Portanto, concluímos que atitudes e ações sustentáveis são aproveitadas em várias vertentes dentro e fora da empresa.
                           ( Kauê Vieira Nascimento, ADM, noturno )

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Basta de humilhação – Fim do Assédio Moral

Neste post, a aluna Juliana aborda um problema contemporâneo e suas implicações. Vamos saber mais ?
----------------------------------------------------------------------

          Apesar de ter chegado ao Brasil apenas em 2000, o assédio moral é um problema que já vem passando de geração a geração em pequenas e grandes empresas.  Em 2009, após ler uma reportagem que falava de uma moça que sofria maus tratos em seu serviço, resolvi pesquisar sobre o tema e percebi que, apesar de sério e polêmico, é um assunto vetado pelas empresas e, principalmente, pelos seus funcionários.
Mas, afinal, o que é assédio moral? Você já passou por isso? Está passando? Conhece alguém que esteja?
Segundo o site Assédio moral no trabalho

Assédio Moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes, dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Um exemplo de como isso é tão real é que, alguns meses atrás, eu presenciei um assédio moral em público, em um grande shopping aqui do litoral, em que um subordinado que se achava o dono do estabelecimento, estava humilhando sua funcionária, fazendo-a chorar em meio à multidão que passava ao seu redor. Informei ao funcionário que isso era assédio moral e que ele, por sua vez, deveria pagar pelos seus atos... Mas a vítima, como quase todas, ficou com medo de fazer a denúncia.
Torno a dizer que casos como esse devem ser denunciados. Para isso, é preciso: 
  • Anotar com detalhes todas as humilhações sofridas dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário;
  • Procurar a ajuda dos colegas;
  • Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instâncias, como médicos ou advogados, assim como Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos, Conselho Regional de Medicina, entre outros. 
Na verdade, em primeiro lugar, sempre procure sua família, amigos ou colegas, pois o afeto e o carinho são muito importantes.
Eu espero que, além de um simples texto deixado aqui, este post sirva também como um abrir de olhos, para você que passa por isso ou que conhece alguém que passa por isso. Passe esta mensagem adiante: "Assédio moral é crime! Vamos dar um basta na humilhação."


( Juliana Sant, Ciências Contábeis )

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Por que estamos consentindo com o que há de errado?

Neste post, Tiago levanta uma reflexão extremamente atual e relevante... Leitura mais do que recomendada!
------------------------------------------------------

            Na transição da minha fase adolescente para fase adulta, comecei a me deparar muito com as frases:  "Fazer o quê?  É assim mesmo, isso sempre acontece. Isso não tem jeito, já se tornou normal. Não adianta ficar nervoso, sempre foi assim.", NÃO, NÃO FOI SEMPRE ASSIM. Como que uma floresta ser incendiada por um balão ou uma pessoa ser morta em um assalto ou um político roubar e aceitar propina pode ser considerado normal? Sei que as pessoas acabam se acostumando com essas barbaridades, que estão acontecendo cada vez mais frequentemente, mas começar a consentir com isso, acreditando que isso é normal, é a pior maneira de lidar com essa situação. Temos que, cada vez mais, nos indignar, discutir, brigar se preciso, mas buscar uma forma de mudar.
Às vezes, até fico confuso, pois cada vez mais pessoas me consideram radical, exagerado, intolerante, e acabo me questionando quem está correto, todas essa pessoas que consideram tudo normal ou eu?
É só aparecer um assunto ou um acontecimento mais polêmico que acabo discutindo com alguém, não consigo concordar com "policiais ajudando quadrilha do jogo do bicho, professores que ainda não aceitam a tecnologia como uma ferramenta que auxilia os estudos, falta de médicos em um país como o Brasil, a desvalorização dos professores", entre muitos outros assuntos que a maioria das pessoas prefere nem  discutir, pois acredita não ter solução.
Essa mobilização de pessoas que aconteceu recentemente nas maiores cidades do Brasil, em sua maior parte protestantes pacíficos e com ótimos ideais, me deu mais esperança e mais força para continuar me indignando e discutindo, pois me fez acreditar que existem, sim, pessoas que ainda acreditam que algo pode mudar, que nós podemos fazer algo e que nossa sociedade pode, sim,  se tornar NORMAL.
                             ( Tiago Rafael Braga Santos, Ciências Contábeis )