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segunda-feira, 5 de março de 2012

Lixo eletrônico: uma questão de conscientização


O problema do lixo eletrônico tem rendido muita reflexão, hem? Agora, é a aluna Kacia Bianco, inaugurando a participação dos alunos do período noturno, que compartilha conosco suas impressões sobre esse tema tão atual. ; )
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            Ser “sustentável” é ser capaz de participar do meio em que vivemos e usufruir dos benefícios do meio ambiente sem degradar ou provocar danos. Ou seja, ao passo em que os recursos naturais são usados pelo homem, ele, de alguma forma, os devolve ao planeta por meio de práticas ou técnicas desenvolvidas para este fim.
            No século XXI, estamos vivendo uma grande ameaça, chamada de lixo eletrônico. Vivemos em uma época em que o desenvolvimento tecnológico está avançando cada vez mais e em alta velocidade, levando ao consumismo, fazendo com que esses equipamentos eletrônicos sejam trocados com muita facilidade e num tempo cada vez mais curto. Isso ocorre porque nós, consumidores, damos preferência a um aparelho de última geração, como computadores, televisão, celulares e outros equipamentos eletrônicos à possibilidade de reformar ou equipar o antigo. Geralmente quando não os queremos mais, jogamos em lixos, causando um grande impacto ambiental, porque esses equipamentos eletrônicos contêm cádmio, chumbo, mercúrio e berílio e, em contato com o solo, contaminam o lençol freático. Além disso, quando esses equipamentos são queimados, poluem o ar, causando sérios danos ao meio ambiente.
            Temos que descartá-los de maneira correta, por exemplo, fazendo doações a quem precisa ou a organizações que aceitam doações de equipamentos eletrônicos para reutilizá-los, e também podendo ser revendidos para empresas de reciclagem. Muitas vezes, o lixo eletrônico não é lixo, e muitas pessoas não sabem o que fazer com ele, por isso, cresce cada vez mais.
            Um exemplo bem comum que eu observo é em relação aos celulares.  Com o avanço da tecnologia desses aparelhos, cada vez mais as pessoas desejam um novo lançamento, deixando de lado seu atual modelo, que está em perfeitas condições e muitas vezes com pouco tempo de uso, para adquirir novas tecnologias apresentadas em novos aparelhos.
            Por isso, sabendo direcioná-lo para quem precisa, isso ajuda a estender sua vida útil. Sendo assim, para que o meio ambiente e a saúde humana estejam livres dessa grande ameaça, é necessário despertar a consciência das pessoas, que devem promover campanhas a favor de um novo estilo de vida, ter um consumo consciente, por exemplo, ao fazer reciclagem, reutilizar os aparelhos eletrônicos, etc.
                                                                 (Kacia Bianco, ADM, noturno)


quinta-feira, 1 de março de 2012

Procurando alternativas

Estou gostando de ver, hem? As reflexões estão ótimas! Neste texto, a aluna Giselli pondera sobre o que discutimos em classe e abordamos no último post: o quanto pequenas atitudes são indispensáveis na busca pela sustentabilidade. 
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            Cada vez mais recebemos informações sobre a sustentabilidade por meio da televisão, rádio ou revistas. Todos eles têm o mesmo objetivo, passar a informação de que, se não tomarmos atitudes sustentáveis o mais rápido possível, o mundo poderá sofrer mudanças drásticas atingindo a todos os seres vivos.
        Mas, afinal, o que seria sustentabilidade? Segundo o dicionário Priberam, sustentabilidade é “qualidade ou condição do que é sustentável”, logo, sustentável é “que tem condições para se manter ou conservar”. Ou seja, tomar atitudes sustentáveis seria agir de modo que se mantenha e conserve tudo que utilizamos durante o dia a dia.
            A grande questão que muitas pessoas enfrentam é como começar, para isso é necessário observar detalhadamente cada atitude que você tem ao dia, dessa forma poderá descobrir onde e quando tomar atitudes diferentes que deem resultados iguais ou melhores, mas com a diferença de estar melhorando o futuro do planeta.
          Como exemplo de nosso dia a dia, podemos tomar atitudes como quando necessitamos imprimir apostilas, ao invés de utilizar quarenta folhas de sulfite para imprimir as quarenta páginas, podemos utilizar apenas vinte se imprimirmos frente e verso. Além de economizarmos dinheiro, o peso do material vai diminuir, melhorando até o nosso bem-estar. Uma alternativa pela qual várias pessoas optam é utilizar o notebook na aula, assim não é necessário imprimir.
        Depois que começamos a ter atitudes como essas, a sustentabilidade acaba tornando-se algo natural no nosso cotidiano. Se continuarmos agindo da mesma maneira que estamos há diversos anos, a tendência é sempre piorar. Por isso, a melhor opção é sempre que descobrir uma alternativa melhor, compartilhá-la com seus amigos.
          A dificuldade em mudar nossas atitudes visando à sustentabilidade não existe, basta tentar e observar tudo ao nosso redor. Muitas pessoas não conseguem acreditar no mal que fazem jogando um simples papel de bala na rua, mas o problema não está em um, está nos sete bilhões de papéis se cada um resolver fazer o mesmo.
             Isso nos leva a concluir que aprendemos o que é sustentabilidade desde crianças. Mal sabem as mães que, quando nos dizem para cuidar melhor dos nossos brinquedos, pois o próximo presente será só no Natal, estão ensinando sustentabilidade, já que sustentabilidade é aprender a manter e conservar para não deixar acabar... 
                                                              ( Giselli Simões, ADM, Diurno )
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As ideias da Giselli nos levam a refletir sobre a mudança do nosso olhar sobre o mundo. Temos que passar a vê-lo com os "óculos da sustentabilidade", como esse interessante vídeo nos conta:



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

"Pequenas" grandes atitudes sustentáveis...

Conforme conversamos em classe, muitas vezes, é por meio de pequenas atitudes que conseguimos promover grandes mudanças... Afinal, tudo está articulado, interligado, e nossas escolhas sempre vão apresentar consequências que recairão sobre nós mesmos! Daí a importância de tomar as decisões certas...
Reveja os vídeos a que assistimos em classe e reflita sobre esses aspectos. Quem sabe não pode resultar um texto bem interessante disso? Lembre-se: essa pode uma de suas 3 pequenas atitudes para tornar o mundo um lugar mais justo, ético e bonito! 

Um dia volta pra você ( WWF-Brasil )

3 Atitudes sustentáveis

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Querido consumidor, você é feliz?


A aluna Thaís Rizzuto também analisa, em seu texto, a questão do lixo eletrônico, relacionando-o à “obsolescência programada”, que foi discutida em classe e num dos posts anteriores. Vale muito a pena ler suas reflexões e ainda assistir ao documentário que ela indica! Vamos lá?
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             Com tanta tecnologia em nossas mãos, torna-se invisível o mundo que construímos durante estes anos. O que era necessidade tornou-se satisfação, é assim como consumimos. Matamos a pouca natureza que nos resta e a destinamos às indústrias para serem intoxicadas enquanto estas poluem nosso ambiente. Mais tarde, o marketing irá anunciar os produtos como a última geração e lá estaremos nós comprando tudo o que nossa economia permite. Para quê? Em pouco tempo, jogaremos estes no lixo e os substituiremos por novos tóxicos. Se realmente queremos ser contra este “fim do mundo”, precisamos aprender a reduzir o consumo destes avanços poluentes.
            Alimentos industrializados, cosméticos, carros, eletrônicos... Todos estes produtos que tanto amamos não são nada inofensivos e já desde crianças a nossa saúde está sendo agredida por tais produtos. Entretanto, como nos preocuparmos com esses malefícios? A TV nos educa com suas imagens falsas pensando que estamos em boas mãos, enquanto para os fabricantes é mais um modo de acelerar sua economia. Assim como ajudamos o marketing a evoluir, acabamos colaborando para que milhares de crianças deixem seus estudos para produzir nossos desejos.
            Existem certas situações em que o consumo compulsivo é desnecessário, porém já está tudo calculado para o bem dos fabricantes. Lamentavelmente os produtos eletrônicos têm sua própria vida útil. Quando uma peça falha, tentamos repará-la, porém custa mais caro do que comprar um novo produto, restando-nos, assim, uma única alternativa: jogar no lixo. 
            A água tornou-se o assunto mais destacado por toda esta preocupação ambiental. Se realmente estamos preocupados pela nossa saúde, por que deixamos de beber água da torneira? Ela é ruim... No entanto, refrigerante e cerveja são ótimas para nossa saúde? O próprio marketing é irônico, mas ainda não visualizamos seu lado oculto. Água engarrafada produz grande impacto quando da fabricação do rótulo, tampa e garrafa, sendo que, depois do nosso consumo, este será descartado. Cuidaríamos melhor do meio ambiente investindo em água filtrada e, com isto, evitando o desperdício de energia e petróleo.
            Ter qualidade de vida não significa possuir uma mansão, um carro e encher sua autoestima com mais produtos, assim é como a sociedade econômica quer nos enganar para crescer... Mas, na realidade, devemos nos preocupar em ter boa saúde e consumir o necessário para sustentar-nos. Infelizmente não vivemos em um mundo descartável e, se dependemos tanto dele, por que deixamos estas matérias-primas e recursos se extinguirem?
            O documentário Comprar, tirar, comprar (2010 – Espanha) explica mais sobre a obsolescência programada, nosso mau hábito de consumismo do qual somos vítimas (e até mau exemplo para futuros consumidores) diariamente. Abrange várias curiosidades e o que nos foi ocultado durante este tempo, assim como nos mostra onde nosso lixo eletrônico é depositado e ainda uma realidade sobre a qual refletir.


Fontes:  História das coisas - Annie Leonard ( YouTube)
             Comprar, jogar fora, comprar
                                                                                 
                                                                                ( Thais Rizzuto, ADM, Diurno )


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Um problema oculto: LIXO ELETRÔNICO

Ainda abordando o problema do descarte do lixo eletrônico, tão atual nessa geração Y e Z, a aluna Vanessa Mathias escreveu um texto bem interessante. Vamos lê-lo?
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Muito se fala em sustentabilidade, porém, quase nada se faz em prol dela. O problema maior está no fato de que muitos não sabem o que significa ao certo e, justamente por esse motivo, desconhecem os danos que podem provocar à natureza no seu dia a dia, sem ao menos se dar conta disso.
Crianças, jovens e adultos andam cada vez mais apressados e, por eles, passam despercebidos detalhes do nosso cotidiano que mais tarde poderão mudar o rumo da nossa história. Já não basta a poluição do ar e do meio ambiente, agora temos outro problema em pauta: o LIXO ELETRÔNICO.
Na verdade, esse dilema sempre existiu, mas evidenciou-se apenas agora, pelo simples fato de que o consumismo exacerbado da população disparou, e nós, preocupados em consumir materiais de última geração, esquecemos que eles possuem sua vida útil e certamente precisarão de um descarte que não danifique o meio ambiente.
Para entendermos melhor sobre o assunto, é necessário que conheçamos alguns dados reais e precisos sobre o lixo eletrônico. Segundo informações do site Terra (www.terra.com):

·               Esse lixo é feito a partir de materiais altamente corrosivos ao meio ambiente, prejudicando o solo, os lençóis freáticos e consequentemente o ar, quando mal descartados;

·               Ele representa 5% de todo o lixo produzido no mundo; isso significa que 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano são descartados pela população mundial;

·               O Brasil produz 2,6Kg de lixo eletrônico por habitante, o equivalente a menos de 1% da produção mundial de resíduos do mundo, porém, a indústria eletrônica continua em expansão. Até 2013 espera-se que o número de computadores existentes no país dobre e chegue a 100 milhões de unidades.

Esses são dados quase que inacreditáveis e a tendência é piorar se não começarmos desde já a modificar os nossos hábitos quanto à preservação do nosso meio ambiente, do local em que vivemos. O que esperamos? Um mundo melhor? Mais sustentável para que as próximas gerações possam usufruir dele? Somente agora quando o problema está no pico da gravidade é que começamos a perceber os estragos que estamos causando.
O segredo de tudo isso está no fato de que um país considerado desenvolvido não é aquele que apenas produz altas tecnologias, mas sim o que possui exatamente a ideia programada do que fazer com os aparelhos eletrônicos após sua vida útil, que sabe qual é a melhor destinação para eles.
Não menos importante que o desenvolvimento financeiro, o componente cultural interfere com grande peso no país, e para progredirmos culturalmente é necessário cuidar do meio ambiente que nos cerca e que, inevitavelmente, permite a nossa existência.

                                        ( Vanessa Matias F. da Silva, ADM, Diurno )

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Cultura sustentável

Este texto, escrito pelo aluno Artur Meireles, aborda um aspecto bastante interessante da reflexão sobre sustentabilidade, integrando-a à cultura e à arte. Vale muito a pena ler! Aproveitem também para assistir ao vídeo e visitar o site sugerido. 
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         Não se pode falar em sustentabilidade sem pensar em cultura.
        Muito se fala sobre preservar, reciclar, não poluir, consumir de forma consciente e outras atitudes em prol do nosso planeta, mas a realidade tem sido outra. Infelizmente, ainda vivemos numa sociedade inconsequente e ligeiramente alienada pelas praticidades do mundo moderno.
       Quantas pessoas têm o hábito de buscar algum lançamento de filme que não esteja em cartaz nos grandes cinemas, um livro que não tenha virado filme ou um disco que não toque nas rádios ou na “balada”? Poucas, pouquíssimas!
      Você se pergunta: “Aonde ele está querendo chegar?”. Uma população ignorante (não estou falando sobre grau de escolaridade) nunca será uma população consciente.
        Desde 2006, em Itumbiara, cidade do interior de Goiás, nasceu o Timbalata, um projeto socioeducativo com o objetivo de incentivar crianças e adolescentes a melhorar sua realidade social. Os professores de percussão juntamente com as crianças transformam sucata (latas de tinta, tambores, baldes e diversos outros materiais) em instrumentos de percussão. Ao mesmo tempo em que se reaproveita o material - sem valor - em algo tão importante para o trabalho com as crianças, geralmente de áreas pobres e marginalizadas, as inclui como parte ativa do movimento sustentável e cultural, com apresentações artísticas em diversos estados, apresentando seus números musicais, utilizando apenas os instrumentos feitos por eles mesmos com material reciclado.
        Outro grande exemplo é o músico multi-instrumentista, compositor, artista plástico, luthier e artista educador Fernando Sardo, que, desde 1989, ministra oficinas de música e luteria (arte de construir instrumentos musicais), visando à democratização da cultura e da educação.  Desde 1980, construiu mais de 100 instrumentos musicais com matérias-primas alternativas e esculturas sonoras e vem ensinando a jovens de todas as classes sociais a arte da construção de instrumentos “politicamente corretos”. Essa pesquisa caracteriza as suas composições musicais que contêm uma grande variedade de timbres e sonoridades. Dentro de seu vasto acervo de instrumentos sustentáveis, destacam-se aqueles feitos com papel, metais, materiais orgânicos e plásticos.
            O trabalho de Fernando Sardo é muito bem apresentado em seu website (http://www.fernandosardo.com.br) e também no vídeo Musicagen.

   
        Musicagen é um documentário que apresenta um tipo de arte que os autores classificam como música de invenção, em que se tenta fazer uma espécie de contraponto entre a música de Sardo, inclassificável, e a música "oficial", representada, por exemplo, por dois maestros - Daniel Misiuk e Júlio Medaglia, ambos demonstrando certo ar de “indigestão” sobre a música experimental de Fernando Sardo e seus instrumentos alternativos. Esse tipo de reação demonstra muito bem como a maioria das pessoas ainda são avessas às novas possibilidades, sejam elas culturais, tecnológicas, alimentícias, etc. (Ou vai me dizer que você nunca ouviu nenhum questionamento sobre a qualidade de algum produto reaproveitado ou reciclado?).
           Portanto, os maestros refletem com perfeição a maioria das pessoas de personalidade conservadora. A maioria das coisas novas causa uma sensação de desconforto e, na sustentabilidade, não é diferente, pois reflete mudança de hábitos.
     Se você não for uma pessoa sustentável, não será capaz de colaborar com a sustentabilidade do mundo, então, comece dentro de você, depois dentro da sua casa, para, a partir daí, entrar na causa global. Busque culturas alternativas, saia do óbvio, fuja da zona de conforto! Dê bons exemplos antes de cobrar boas ações dos outros. O planeta agradece.

Fontes: PETI Itumbiara (http://petiitumbiara-go.blogspot.com)
            Fernando Sardo (http://www.fernandosardo.com.br)
            Documentário Musicagen – 2008 - Edu Felistoque e Nereu Cerdeira
( Escrito por Artur Meireles, ADM, Diurno )

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Atitude Sustentável

Oba! Mais um texto escrito por vocês... A Giselle, aluna de Administração do Diurno, indicou também um vídeo bem interessante. Depois de lerem tudo, deem sua opinião! Lembrem-se de que o blog é de vocês e pra vocês.  ; )
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“O mundo que deixaremos para os nossos filhos 
depende dos filhos que deixaremos para o mundo.” 
( Mario Sérgio Cortella ) 

        O que difere o ser humano dos seres irracionais? É a capacidade de ser racional, como o próprio nome já diz, de raciocinar, de pensar, de agir com consciência de nossos atos. Isto é algo que nos encanta, que nos leva à condição de sermos capazes de tomarmos decisões e atitudes corretas, porém muitas vezes agimos sem pensar, voltando a atitudes primitivas. 
        O dia a dia é tão corrido, atribulado, que deixamos de lado o essencial da vida (a nossa vida). É preciso um olhar diferenciado para as coisas mais simples, seja o ar que respiramos, a água que bebemos, o alimento de cada dia, que são recursos naturais não renováveis, essenciais para nosso consumo, e que sem os mesmos torna-se insustentável nossa sobrevivência na Terra. 
         Pequenas atitudes sustentáveis praticadas por nós podem e poderiam ter evitado muitos acontecimentos tristes ocorridos nos últimos tempos. É um dever nosso contribuir para o crescimento econômico de maneira mais consciente. O homem moderno tem consumido as riquezas naturais numa escala maior do que podem ser produzidas. É um consumo descontrolado, e inconsciente, não se preocupando com o mundo que deixaremos para as futuras gerações das quais nossos descendentes farão parte. E não queremos que nossos netos tenham um ambiente hostil para se viver. 
          Faz toda a diferença, por exemplo, evitarmos sujar o ambiente em que vivemos, não poluir nossas riquezas, utilizá-las e reutilizá-las com responsabilidade, seja com um gesto simples de jogar o papel no lixo, fechar a torneira ao escovar os dentes, reaproveitar os alimentos que não foram consumidos, reeducar a si mesmo e educar os próprios filhos, são atitudes simples de serem feitas. 
          O respeito ao próximo também tem de ser levado em consideração, pois hoje vivemos num momento de egocentrismo e falta de altruísmo, pensando em nós mesmos e esquecendo que antes de mais nada, é preciso conviver em sociedade. 
           Não adianta somente falar em sustentabilidade e dizer que é atuante, é preciso que na prática isso ocorra, e que com atitudes e ideias possamos contribuir para que não venha a faltar o básico até mesmo para nossa geração, que dirá para as próximas. 
              Reeducar é preciso para que se eduquem os que estão por vir. É necessário um despertar para a VIDA, para que essa sobreviva. 
( Giselle Comegno, ADM, Diurno )

Fonte: Sebrae ( conhecerparaempreender.com )

Assista também a este vídeo sugerido pela Giselle: