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terça-feira, 25 de outubro de 2022

Inspirada nas reflexões suscitadas na aula sobre variação linguística, a aluna Mariana Moura, da turma de ADM matutino, criou um texto humorístico sobre o uso inadequado dos jargões. 
Muito bem, Mari! 

(Mariana Moura, ADM, matutino)

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Ilusão

Eis um poema forte... triste... e que serve como um alerta! 
Que bom, Danielle, que você lança esta reflexão tão importante para todos.
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Na minha vida, uma imensa alegria
Que toma conta do meu peito
Me deixa feliz e muito tranquila.
É uma ilusão que toda noite eu desejo.

Ao sair com os meus amigos
Danço, pulo e canto.
Mas o meu organismo está em perigo           
E aos poucos estou perdendo o encanto.

Onde estás, alegria?
Onde estás, prazer?
Onde estás, felicidade?
Me diga onde está você.

Talvez um pouco na heroína                                                               
Crack, maconha ou anfetamina                                   
LSD ou MD                                   
Tanto faz, onde está você?                                                                    

Durante a noite, eu não durmo mais                                          
Ando pelas ruas procurando algo que me satisfaz
E quando volto para casa dos meus pais, 
Eles nem abrem mais a porta
Escondem o dinheiro para eu não achar,
E no vício eu não me afundar.

Me sinto destruída...
Culpa minha,
Ou culpa da droga, da cocaína?
Estou perdendo a memória
Será que para meus filhos futuramente,
Contarei lindas histórias?

Estou inquieta,
Estou sendo perseguida
E eu nem sei por quem. 

No começo, uma maravilha
Agora, as drogas ilícitas
Tomaram conta de grande parte
Da minha vida. 

E eu não culpo a minha família
Eles bem que me avisaram,
mas virei as costas
e não tomei cuidado.

(Danielle Souza dos Santos, Contábeis)

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Este texto suscita uma reflexão muito importante... aliás,  imprescindível!
É isso aí,  Beatriz! 


               (Beatriz Bispo, Contábeis)

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Fora do padrão... que padrão?

   Esta tirinha foi criada por um grupo de alunas do curso de Administração. A reflexão que elas propõem é imprescindível, e muito me alegra perceber que as nossas aulas têm reverberado desse modo...
   Sem dúvida, o acesso à norma padrão da língua é um direito de todos, ao lado de tantos outros direitos. Todavia, o não uso da norma não pode implicar numa forma de preconceito ou discriminação.
   Enfim, teçam suas próprias reflexões com base neste texto que, como as meninas mesmo relatam, foi "inspirado na história contada na sala pela professora"!


   Obrigada, meninas! 
    
Produção de Evelyn Basaglia, Gabrielly Santos, Lara Camara, Larissa Fávero e Luisa Boaretto, ADM noturno.

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Brasil – um país acolhedor de gerações

Que alegria ver o nosso blog a todo vapor novamente! E retomamos as produções com um texto reflexivo de um aluno da turma de Contábeis, que é sempre muito presente em nosso "Ideias e ideais"... 
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      O Brasil possui um histórico de acolhimento da humanidade desde o século XVIII, época em que recebemos os escravos para as colônias portuguesas instauradas aqui. O que nos chama a atenção são as relíquias culturais deixadas por esse povo em nosso país, as quais permanecem até os dias atuais: feijoada, capoeira, religiões de matrizes africanas, os exemplos da riqueza africana herdada no Brasil.
       Quando nos deparamos com qualquer vestígio da cultura africana, cabe uma sensata reflexão sobre o sofrimento e a perseguição pela qual o povo africano passou: as mulheres eram obrigadas a gerar filhos de seus senhores, amamentar e depois entregar como se fossem objetos; os traumas psicológicos advindos desse cenário desastroso não eram colocados em pauta. Os homens, por sua vez, eram torturados e massacrados nos engenhos com longas horas de jornada de trabalho diárias, mas infelizmente não tinham poder de fala, pois a classe era menosprezada em qualquer cenário de intervenção.
       Mediante todos esses fatos e com a vasta mistura de raças, foi possível identificar um novo país surgindo: a nação da miscigenação. Brancos, negros, pardos, mulatos foram nascendo e compondo uma nova realidade que entraria em vigor a partir do decreto da abolição da escravatura, assinado pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888, promulgando o fim de uma era escravocrata e o início do pleno exercício da liberdade de expressão.
       Em suma, é imprescindível ressaltar a coragem, intrepidez, determinação e altruísmo deste povo, que, em meio às lutas e batalhas históricas, provaram ao mundo que é possível se desvincular de um cenário de escravidão e, ao mesmo tempo, proporcionar tamanha riqueza cultural e étnica. É fundamental relembrar as nossas origens, para avançar com embasamento e espírito reflexivo no futuro!


                                   (Alefe Oliveira, turma de Ciências Contábeis)

sexta-feira, 5 de junho de 2020

O vírus do fim

Do vírus à poesia.... porque a arte nos ajuda a enfrentar tudo isso!
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O vírus do fim não é o tal do momento...
Perdidos no meio dos problemas,
procurando respostas nos lugares mais improváveis.

O vírus do momento pode ser o fim de muita coisa...
O fim de uma era que não agrega valor,
O fim de anciões que deram seu melhor,
De profissionais que dão o suor para acabar com a sua dor.

Mas ele vem nos ensinando que não é o vírus do fim,
Nos ensinando a levar a sério isso de viver,
Afinal, o que importa?
E quem se importa?

Como toda lição, tem suas dificuldades.
Mas e as maldades?
Os anteriores que vocês não lembram,
e os próximos que vocês não amam.

O vírus do fim está há séculos pelas ruas.
O vírus que traz finitude às ​coisas boas.
É o vírus do ódio,
o vírus da ganância​
o vírus do homem.

(Luana Mel, ADM, noturno)

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Mais uma urgente e importante reflexão suscitada pela aluna Adrielly... Obrigada por nos ajudar a pensar criticamente!
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(Adrielly Cristina dos Santos Ribeiro, ADM, noturno)