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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Inspirar e expirar

A aluna Mony Helen convida-nos a refletir (e a nos libertarmos!) sobre as nossas "caixas"... 
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      Uma vez, ouvi dizer que o ser humano necessita inspirar e expirar, para além do sentido denotativo dessa expressão... Ele precisa inspirar, parar por um momento e trazer para dentro de si mais do que já há... Seria o seu instante de descanso para recarregar as suas baterias criativas e críticas para, finalmente, expirar, trazendo de volta ao mundo tudo aquilo que há dentro de si mesmo, completamente renovado – de qualquer maneira pela qual possa se expressar.
      Porém, ao refletir sobre o assunto cheguei à conclusão de que, mesmo que nós inspiremos, o “ar” que está a nossa volta importa. Gostaria de trazer à reflexão a célebre frase de Jean-Jacques Rousseau: “O homem é produto do meio”. Ele partiu do conceito de que o ser humano é bom de fato, mas o meio o corrompe. Logo, vindo desse princípio, existe um meio corrompido.
      Sendo assim, expressei por meio desta charge o que, para mim, é o pior dos meios, a “caixa”! Não importa o quanto se inspire, lá jamais entrarão novas brisas.


                          (Mony Hellen dos Santos Souza, aluna de ADM noturno)

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Assim caminha a Covid no Brasil...

Nesta charge, o aluno Edson expõe sua visão crítica sobre o cenário político atual. 
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(Edson Rossetti, ADM, noturno)

quarta-feira, 25 de março de 2020

Rir para não chorar? O meio ambiente em dois governos...

É reconfortante ler uma postagem plena de reflexão, em meio a tanta obscuridade... 
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            Em pronunciamento durante encontro na ONU, em 26 de setembro de 2015, a então presidente Dilma Roussef disse “o vento poderia ser isso [em comparação à armazenagem de água], também, mas você não conseguiu ainda tecnologia para estocar vento”. Surgiu um burburinho com sua ideia, no mínimo, inovadora, de “estocar vento”. A maledicência era justificada; a presidente já tinha proferido outras pérolas, como “Mulheres Sapiens”; “A zona franca de Manaus, ela está numa região, ela é o centro dela porque ela é a capital da Amazônia”, ou ainda “Não acho que quem ganhar, ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder”. Certamente, discurso afinado não era o ponto forte de Dilma.
            No âmbito das declarações sobre a temática do meio ambiente tivemos, mais recentemente, a explicação do secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior, em 31 de outubro de 2019, ao analisar as manchas de petróleo que afetavam o litoral brasileiro: “O peixe é um bicho inteligente, quando ele vê uma manta de óleo ali, capitão [se referindo ao presidente Jair Bolsonaro], ele foge, ele tem medo. Então, obviamente, é que você pode consumir seu peixinho, sem problema nenhum; lagosta, camarão, tudo perfeitamente sano, capitão!”. A cereja do bolo foi o presidente Bolsonaro concluindo: “Obviamente, de vez enquanto fica uma tartaruga ali, na mancha de óleo, para não falar que ninguém fica, ou peixe, um golfinho pode ficar, mas tudo bem”.
            Não parece bom os chefes máximos da nação emitir opiniões sem base científica. Nem tão pouco estocar a informação e pronunciá-la de maneira tão truncada que se demora mais tempo para decifrar o que foi dito, do que refletindo sobre a mensagem.
            O meio ambiente no Brasil tem sofrido! - há muitos governos. Não só de maneira efetiva, mas também nos discursos. Outra frase para se lembrar e, dessa vez, bem refletida, é: será que a incompetência no Brasil é ambidestra? 

(Edson Rossetti Alves, ADM, noturno)

terça-feira, 24 de março de 2020

Massacrados

Nesse momento ímpar que estamos vivendo, cabe muito esta reflexão do lindo e pungente poema da aluna Luana...  
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Nós somos massacrados
todos os dias,
todos nós,
por nós mesmos.
Nos vingamos, nos matamos e nos afastamos.
Não tem razão e não quero explicação,
só quero calma e acalento ao coração.

Quantos de mim, de você e de nós
serão massacrados até entendermos
que estamos do mesmo lado?

Eu nasci inteira, cheia de bagagem.
E a cada dia vejo meus cacos,
misturados com outros cacos nesse chão de sangue.
Nosso chão! Nosso sangue!

Eu sinto muito, por todos nós.

(Luana Mel, ADM, noturno)

quinta-feira, 19 de março de 2020

Cartum

Neste cartum, a aluna Adrielly provoca nossa reflexão sobre um problema recorrente na contemporaneidade. Como ela mesma  diz, "adoraria ter tido uma linda ideia, para propor uma linda solução, não somente apontar uma triste realidade". Mas denunciar tristes realidades também apontar




(Adrielly Cristina dos Santos Ribeiro, ADM, noturno)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Quanta reflexão neste texto sem palavras... Parabéns, Mony Hellen!



(Mony Hellen dos Santos Souza, aluna de ADM noturno)

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Brasil: um país miscigenado e intolerante

Eis uma imprescindível reflexão que nos é proposta pelo aluno Raul... Aliás, o próprio título já suscita uma relevante provocação: como pode um país essencialmente miscigenado ser intolerante? 
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         Todos nós sabemos que residir no Brasil hoje em dia, por conta de todos os problemas que existem, não é a melhor das opções, porém, para uma grande maioria, é a única opção. O Brasil enfrenta grandes problemas sociais que afetam de forma violenta nosso dia a dia, e um deles afeta a todos, desde o pobre até o rico, da criança ao idoso, que é a dificuldade de as pessoas conviverem com diferentes opiniões, etnias, classes sociais, etc.
Todo e qualquer ser humano deve ser tratado com respeito e dignidade, porém, na prática, não é isso que acontece. Diariamente, milhares de pessoas são vítimas de atitudes intolerantes por não se enquadrarem em um estereótipo definido por uma pessoa ou pela sociedade. As pessoas tornaram-se tão egoístas que querem estabelecer como uma pessoa deve ser ou se comportar para atender ao padrão que ela considera normal, ignorando, assim, de fato, o mais importante, que é a pessoa estar fazendo algo que a deixe feliz.
Ademais,  a intolerância ganhou muita força no mundo cibernético. Basta lembrar que, em 2016, a apresentadora do Jornal Nacional, Maju Coutinho, foi vítima de comentários extremamente racistas na página oficial do Jornal. Na época, houve uma grande manifestação apoiando a jornalista, porém, esses casos continuam a acontecer todos os dias, e os discursos de ódio contra uma minoria acabaram se tornando rotineiros.
Enquanto todos esses casos de intolerância crescem ao nosso redor, nosso país encontra mais uma barreira no combate à intolerância. Nossos líderes, ao invés de tentar minimizar todos esses casos de intolerância, de discursos de ódio e dificuldade em apenas respeitar a opinião de pessoas, eles fortalecem a ideia de seguir um padrão para viver, ofendem as pessoas que não compartilham da mesma opinião, dentre outras atitudes que, de forma alguma, trazem tranquilidade e paz para a sociedade.                  
O Brasil é formado por diversas etnias e grupos sociais e, apesar de termos diferentes nomes, cores, estilos e opiniões, todos nós somos brasileiros e moramos no mesmo país, por esse motivo, deveria existir uma aceitação de todos sem nenhum tipo de preconceito. O governo precisa criar leis para punir rigorosamente as pessoas que cometem esses ataques, e medidas socioeducacionais devem ser tomadas. Dessa maneira, poderemos diminuir consideravelmente o número de inocentes vítimas que sofrem com esse problema diariamente.

(Raul Gustavo Ribeiro Hypollito, aluno de ADM, noturno)